ANÁLISIS GEOSSISTÉMICO DE MODIFICACIONES DEL PAISAJE EN MICROBASINO DE IGARAAPÉ TUCURUÍ – BAIXO RIO XINGU
Palabras clave:
Análisis geosistémico; región amazónica; ganadería; paisaje.Resumen
El análisis geosistémico pretende comprender los impactos en la evolución del paisaje, analizando los cambios provocados por la sociedad en la naturaleza, como la deforestación, las modificaciones en la escorrentía de los ríos y los desvíos de los cauces. El área de estudio, la cuenca hidrográfica del Tucuruí igarapé, está ubicada en la margen izquierda del río Xingu, y viene sufriendo modificaciones debido al avance de las actividades agrícolas y ganaderas. El objetivo de la investigación era analizar el avance de la degradación generada por la creación de grandes pastos en la zona de la cuenca. El paisaje se analizó de acuerdo con el análisis geosistémico de los datos obtenidos mediante actividades de campo, investigación bibliográfica y el uso de técnicas de teledetección y geoprocesamiento. La cartografía del uso y la ocupación de la tierra permitió identificar el avance de las zonas de pastos sobre el denso bosque ombrofílico, aunque el número de cabezas de ganado no aumenta.
Referencias
CENSO, I. B. G. E. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Fornecido em meio eletrônico:[www. ibge. gov. br/home/estatistica/populacao/censo2010/] Acessado em, v. 20, n. 03, p. 2012, 2010.
CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de sistemas ambientais. São Paulo: Edgar Blücher, 1999
DA SILVA, M. L. Paisagem e geossistema: contexto histórico e abordagem teórico-metodológica. Geoambiente On-line, n. 11, p. 01-23 pág., 2008.
DANTAS, G. K. M. Estudo geomorfológico a partir do uso de sistema de informações geógraficas (Landsat 8 e Topodata): um estudo de caso na sub-bacia do Riacho Santana-RN. 2016. Dissertação de Mestrado. Brasil.
DAS NEVES, C. E. et al. A importância dos geossistemas na pesquisa geográfica: uma análise a partir da correlação com o ecossistema. Sociedade & Natureza, v. 26, n. 2, p. 271-285, 2014.
DE PAULA, E. M. S; DE SOUZA, M. J. N. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS NA ANÁLISE DA VULNERABILIDADE AMBIENTAL DA BACIA DO RIO CEARÁ-CE. Revista Brasileira de Cartografia, v. 63, n. 4, p. 515-525.
DE PAULA, E. M. S; SILVA, E. V. Estrutura e Fragmentação Geoecológica De Paisagem Fluvial No Baixo Rio Xingu–Amazônia Centro-Oriental. Revista GeoNordeste, n. 1, p. 122-142, 2019.
DE SOUZA, V. GALVANI, E. DE SOUZA, M. L. Determinação e adequação da capacidade de uso da terra em bacia hidrográfica por meio de sistematização metodológica no SIG SPRING. Geografia (Londrina), v. 24, n. 1, p. 55-69, 2015.
IBGE, Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: IBGE, 2ª ed., 2004. 332p.
IBGE. Manual técnico de uso da terra. IBGE, 2006.
LÁU, H. D. Pecuária no estado do Pará: índices, limitações e potencialidades. Embrapa Amazônia Oriental-Documentos (INFOTECA-E), 2006.
MASSA, E. M. ROSS, J. L. S. Aplicação de um modelo de fragilidade ambiental relevo-solo na Serra da Cantareira, bacia do Córrego do Bispo, São Paulo-SP. Revista do Departamento de Geografia, v. 24, p. 57-79, 2012.
MATEO, J. DA SILVA, E. V. VICENS, R. S. O legado de Sochava. GEOgraphia, v. 17, n. 33, p. 225-233, 2015.
NUNES, J. F; ROIG, H. L. Análise e mapeamento do uso e ocupação do solo da bacia do alto do descoberto, DF/GO, por meio de classificação automática baseada em regras e lógica nebulosa. Revista árvore, v. 39, n. 1, p. 25-36, 2015.
REICHERT, J. M; SUZUKI, L. E. A. S.; REINERT, D. J. Compactação do solo em sistemas agropecuários e florestais: identificação, efeitos, limites críticos e mitigação. Tópicos em ciência do solo, v. 5, p. 49-134, 2007.
ROSOLÉM, N; ARCHELA, R. Geossistema, território e paisagem como método de análise geográfica. VI Seminário Latino-Americano de Geografia Física II Seminário Ibero-Americano de Geografia Física, Universidade de Coimbra. Disponível em www. uc. pt/fluc/cegot/VISLAGF/actas/tema1/nathalia, 2010.
ROSS, J. L. S. Análise e síntese na abordagem geográfica da pesquisa para o planejamento ambiental. Revista do Departamento de Geografia, v. 9, p. 65-75, 1995.
TRICART, J. Ecodinâmica. Superintendência de Recursos Naturais e Meio Ambiente, Secretaria de Planejamento da Presidência da República, Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Diretoria Técnica, 1977.
TURETTA, APD. Mudanças de uso da terra em bacias hidrográficas. Embrapa Solos-Documentos (INFOTECA-E), 2011.
UMBUZEIRO, U. M. Altamira e a sua História. 4. ed. Belém: Ponto Press Ltda, 2012. Cap. 2. p. 35-48. Edição Revista e Ampliada
VALLE, I. C; FRANCELINO, M. R; PINHEIRO, Helena Saraiva Koenow. Mapeamento da fragilidade ambiental na Bacia do Rio Aldeia Velha, RJ. Floresta e Ambiente, v. 23, n. 2, p. 295-308, 2016.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
A revista REDE reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando o estilo dos autores.
Os trabalhos publicados passam a ser propriedade da Revista REDE.

